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Por trás desses números, há bairros e regiões específicas que explicam a força do mercado comercial campineiro.
O Cambuí, tradicional centro de serviços e gastronomia de alto padrão, segue como um dos endereços mais disputados para locação, com preços por metro quadrado frequentemente acima da média municipal.
O Centro e a Vila Industrial, por sua vez, atraem negócios de médio porte que buscam visibilidade e acesso facilitado, enquanto o Parque Industrial mantém forte demanda para galpões e escritórios logísticos.
Já Barão Geraldo, a Cidade Universitária e o Jardim Santa Genebra se consolidaram como polos de inovação e serviços ligados à universidade e ao Parque Tecnológico, puxando a locação para salas comerciais modernas e bem localizadas.
O Taquaral completa o quadro com seu apelo residencial e comercial de alto padrão, atraindo clínicas, escritórios de advocacia e consultorias.
Para o investidor que busca tomar uma decisão fundamentada, a mensagem do primeiro trimestre de 2026 é clara já que o mercado comercial de Campinas oferece uma das melhores relações entre preço de compra e retorno de aluguel do país. A alta expressiva nos novos contratos de locação (+13,56% em 12 meses) já precifica uma demanda reprimida e uma reorganização dos negócios na cidade, que sai da pandemia mais forte e diversificada.
Se você é proprietário, avaliar um reajuste nos contratos antigos pode fazer sentido diante desse cenário. Se é investidor, buscar salas nos bairros de maior giro comercial, como Cambuí e Taquaral, ou nos polos de inovação, como Barão Geraldo e Cidade Universitária, pode ser o caminho para capturar essa rentabilidade acima da média. E se é corretor ou incorporador, comunicar esses números com clareza ajuda seu cliente a enxergar a oportunidade real, porque dado bom, bem interpretado, vende por si só.
Campinas mostrou que, mesmo num trimestre de aceleração inflacionária e incertezas na economia, o tijolo comercial segue oferecendo retorno sólido. Resta saber se você vai ficar de fora ou aproveitar a janela.
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